Projetos
- Projeto arquitetônico e aprovação na prefeitura
- Projeto estrutural e de fundações
- Compatibilização dos projetos complementares
- Levantamento topográfico e cadastral
- Memorial descritivo e caderno de especificações
Projeto, obra, reforma e regularização de imóveis em Maringá e região, com responsabilidade técnica documentada do primeiro esboço às chaves na mão.
Dá para contratar o pacote completo — projeto, obra e documentação — ou só a parte que está travando o seu caso. Muita gente chega aqui já com a obra começada.
Obra parada, embargada ou sem documentação? Esse é o caso mais comum que chega até nós. Quase sempre tem solução — o que muda é o custo de resolver agora ou depois.
A diferença entre contratar engenharia e contratar só mão de obra está no que sobra documentado quando a obra termina.
O desenho do que vai ser construído, antes de a primeira parede subir.
Prazo e custo acompanhados, com quem responde tecnicamente por eles.
O que transforma a obra em imóvel regular, financiável e vendável.
Se você nunca construiu, esta é a sequência. Cada etapa depende da anterior estar certa — e é por isso que erro no começo custa tão caro lá na frente.
Medidas, topografia, recuos exigidos pelo município e o que a legislação permite construir ali. É aqui que se descobre se o sonho cabe no lote.
Projeto arquitetônico, estrutural e complementares, seguidos da aprovação na prefeitura e da emissão do alvará de construção. Sem alvará, a obra corre risco de embargo.
Com o projeto pronto, o orçamento sai item a item — e aí dá para comparar propostas de verdade, em vez de comparar chutes por metro quadrado.
A parte que ninguém vê e que sustenta todo o resto. O tipo de fundação vem do solo e da carga da edificação, não do costume da região.
Pilares, vigas, lajes e paredes. É a fase em que a obra "aparece" e em que o acompanhamento técnico mais evita retrabalho.
Telhado, elétrica e hidráulica embutidas. Depois do acabamento, mexer aqui significa quebrar o que já estava pronto.
Revestimentos, pintura, louças e metais. A etapa mais visível e a que mais estoura orçamento quando o material não foi definido no início.
Vistoria da prefeitura, emissão do habite-se e averbação em cartório. Só então o imóvel existe formalmente — e pode ser financiado ou vendido.
Você conta o que precisa — construir, reformar ou regularizar.
Diagnóstico no local e levantamento das condições reais do imóvel ou terreno.
Escopo, prazo e valores fechados antes de qualquer execução.
Obra acompanhada de perto, conforme os padrões técnicos aplicáveis.
Documentação, laudos e regularização assinados ao final da obra.
Não existe um preço por metro quadrado que sirva para todas as obras. O custo muda conforme o padrão de acabamento, o tipo de fundação que o terreno exige, a complexidade do projeto e o momento do mercado de materiais.
Por isso o caminho honesto é orçar a partir do projeto: com planta e memorial definidos, o orçamento sai item a item — e aí você consegue comparar propostas de verdade, em vez de comparar estimativas chutadas.
Depende do que vai mudar. Reforma só de acabamento — pintura, piso, revestimento — geralmente não exige. Mas qualquer intervenção que mexa na estrutura, como derrubar parede, abrir vão, acrescentar laje ou pavimento, exige projeto e responsável técnico.
Na dúvida, uma visita técnica resolve antes de virar problema. Parede derrubada por engano pode comprometer a estrutura inteira.
É o documento que a prefeitura emite atestando que a obra foi concluída de acordo com o projeto aprovado. Sem ele, o imóvel não é averbado em cartório.
Na prática, isso trava financiamento, venda e, em muitos municípios, a ligação definitiva de água e energia. As exigências variam de cidade para cidade, então vale conferir as regras do seu município antes de começar.
Na maioria dos casos, sim. O processo passa por levantar o que existe hoje, elaborar o projeto de regularização e protocolar na prefeitura com responsável técnico.
Cada município tem suas regras, prazos e taxas, e em algumas situações é preciso adequar parte do que foi construído. O primeiro passo é sempre levantar a situação real do imóvel — sem isso, qualquer prazo ou valor é chute.
Depende do porte, do padrão e, principalmente, de duas coisas fora do canteiro: o tempo de aprovação na prefeitura e a disponibilidade de recursos ao longo do cronograma.
O prazo de execução entra na proposta, etapa por etapa. O que não dá para prometer com seriedade é o prazo de órgão público, que não depende de nós.
Os dois. Dá para contratar o pacote completo, só o projeto, só a regularização, ou apenas o acompanhamento técnico para quem já tem equipe e quer alguém de engenharia fiscalizando.
Sim, atendemos Maringá e a região. Para cidades mais distantes, o deslocamento entra no orçamento — e, dependendo do serviço, parte do trabalho pode ser feita remotamente, com visitas concentradas nas etapas que exigem presença.
A frente de construção civil da Altimus Engenharia leva para Maringá e região o mesmo princípio que guia toda a empresa: tratar cada obra como um problema específico, e não como um projeto de prateleira.
A Altimus nasceu na engenharia mecânica, projetando máquinas, estruturas e assinando laudos e perícias técnicas — trabalho em que um erro de cálculo aparece rápido e cobra caro. É esse mesmo rigor que entra na obra: entender o problema antes de propor a solução, documentar tudo tecnicamente e entregar com a responsabilidade assinada.
Projeto, construção, reforma e regularização são conduzidos com responsabilidade técnica documentada — com ART ou RRT registrada junto ao CREA ou ao CAU pelo profissional habilitado responsável por cada etapa.
Conte o que precisa — construir, reformar, regularizar ou só entender o que está errado. A primeira conversa não custa nada.